A privataria tucana é notícia na Itália: José Serra, o homem que quer vender o Brasil

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A privataria tucana é notícia na imprensa internacional. Com tradução livre de Camille Helena Claudel, o texto a seguir foi publicado no sítio italiano Informare × Resistere. O artigo, de forma didática, mostra aos italianos o motivo de os brasileiros rejeitarem o modelo privatista e neoliberal dos tucanos.

Para ler o original, clique em Jose Serra, il politico che vuole svendere il Brasile

Porque tantos brasileiros não querem que se realize o projeto do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), um projeto de privatização, neoliberal e subordinado a empresas estrangeiras.

O Brasil diz “não” à privatização. A privatização ocorre no momento em que o governo vende empresas do Estado – como, por exemplo, a Petrobras, a administradora brasileira de petróleo – para o setor privado, ou seja, para empresas, grupos de investimento ou multinacionais. Assim, a empresa estatal passa para as mãos de empresários da iniciativa privada.

Em…

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Os processos na Justiça dos parlamentares da comissão do golpe no Senado

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Aloysio_Nunes23_Cassio_Cunha Dentre eles, os tucanos Cássio Cunha Lima e Aloysio Nunes.

COMEÇA A FARSA DO IMPEACHMENT NO SENADO
Jeferson Miola, via Viomundo em 25/4/2016

O impeachment da presidente Dilma é um processo ilegal e inconstitucional que está sendo realizado em total desacordo com as normas legais e com a Constituição do Brasil.

A denúncia de advogados do PSDB sequer poderia ter sido aceita pela Câmara dos Deputados, porque carece de fundamento jurídico e constitucional.

Tudo indica que o Senado será cúmplice do atentado contra o Estado Democrático de Direito cometido por uma “assembleia geral de bandidos comandada por um bandido chamado Eduardo Cunha” – designação da imprensa internacional para aquela deplorável sessão de 17 de abril da Câmara dos Deputados.

A Comissão do Senado inicia amanhã, 26 de abril, a discussão sobre a admissibilidade do impeachment. Caso aprove, dentro de duas semanas a presidente Dilma será afastada por até 180 dias…

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La guerra contra la historia III. Paseo por el supermercado de la cultura hegemónica. Por Sara Rosenberg

La pupila insomne

El objetivo de la cultura hegemónica es convertir cada hecho y cada espacio mínimo en mercancía. Todo puede comprarse, pregonan. El concepto se ha  naturalizado y es ya “sentido común”. Sus productos estrella se especializan en denigrar la voluntad y cualquier posibilidad de transformación humana. Cada producto es una bomba contra la historia, contra  el derecho mismo a reflexionar, relacionar e imaginar. Y sobre todo es un producto cultural que siempre alimenta el YO  y niega el NOSOTROS.

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La Fundación Ford y la CIA: un caso documentado de colaboración filantrópica con la policía secreta. Por James Petras

Una de las “fundaciones privadas” más importantes que han colaborado con la CIA durante un período prolongado en proyectos significativos en la Guerra Fría cultural es la Fundación Ford…

Fonte: La Fundación Ford y la CIA: un caso documentado de colaboración filantrópica con la policía secreta. Por James Petras

La Fundación Ford y la CIA: un caso documentado de colaboración filantrópica con la policía secreta. Por James Petras

Blocs , primaveras , golpes e pedidos de eleições já. As fundações q fazem sua cabeça :

La pupila insomne

Introducción

La CIA utiliza fundaciones filantrópicas como el conducto más efectivo para canalizar grandes sumas de dinero a proyectos de la Agencia sin alertar a los destinatarios sobre su origen. Desde principios de los años 50 al presente, la intrusión de la CIA en el campo de las fundaciones fue y es inmensa. Una investigación del congreso de EE.UU. en 1976, reveló que cerca de un 50% de las 700 subvenciones otorgadas en el campo de las actividades internacionales por las principales fundaciones fue financiado por la CIA (Saunders, pp. 134-135). La CIA considera a fundaciones como Ford “la mejor y más plausible forma de cobertura para financiamientos (Saunders 135).1 La colaboración de fundaciones respetables y prestigiosas, según un antiguo agente de la CIA, permitió que la Agencia financiara una “variedad aparentemente ilimitada de programas de acción clandestina que afectan a grupos juveniles, sindicatos, universidades, editoriales y otras instituciones…

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A vitimização da “nova política”

Como bem declarou Dilma Rousseff, Marina Silva, ao ser chamada para o debate de ideias, assume o papel de vítima e declara que está sendo atacada por seus adversários. E o papel de vítima a que Marina se presta parece ter sido abraçado por setores da mídia tradicional, especialmente com o enfraquecimento da candidatura de Aécio Neves, que hoje ocupa o terceiro lugar nas pesquisas.

No último sábado (13),  a Folha de S. Paulo traz uma matéria que passa longe da pretensa imparcialidade jornalística, dizendo que Marina chorou(link is external) ao saber das críticas feitas por Lula às suas promessas de campanha. Marina (e a reportagem) ainda comparou as supostas ofensivas do PT contra ela com aquelas feitas por Collor contra Lula em 1989. Mais uma vez, vamos relembrar as palavras de Dilma na entrevista que concedeu a colunistas do jornal O Globo “Eu não estou falando mal da candidata, eu estou discutindo os termos políticos postos e propostos por ela em seu programa de governo”. Lula também não fala mal da pessoa Marina Silva. As críticas são referentes ao discurso de Marina, cada vez mais alinhado com políticas econômicas neoliberais, que recua em áreas importantes de direitos humanos e apresenta diretrizes  muito diferentes das bandeiras defendidas pela candidata no passado, bandeiras novas que não se sustentam, diga-se de passagem.

Marina voltou a escorregar na última sexta(12), em entrevista(link is external) à Federação de Indústrias do Rio de Janeiro, quando afirmou pela segunda vez que Chico Mendes fez parte da elite brasileira, porque “elite não é quem tem dinheiro, é quem tem visão estratégica”. A coisa ainda fica pior, já que a candidata declarou que estes ajudaram na transição democrática da ditadura para a democracia. E o descompasso nas declarações vai ainda mais longe. Na mesma entrevista, ao dizer que está sendo caluniada, se comparou a Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul: “Mandela ficou 25 anos na prisão. Vocês se lembram do nome de seus algozes?”. A comparação desconsidera a trajetória pessoal e histórica dos dois personagens: enquanto Mandela viveu em regime ditatorial racista, o Brasil se encontra em democracia plena: a liberdade de expressão é valor caro ao Brasil atual. Aliás, cumpre notar que o debate político e a busca pelo entendimento e pelo consenso sempre foram a força de Mandela.

Não é só a vitimização que Marina pinta para si que tem ganhado espaço nas redes sociais: as idas e vindas do posicionamento da candidata e a negação de posturas anteriores vêm sendo algumas de suas principais características nesta corrida presidencial.  A pergunta que fica é: por que fugir do debate? Dilma tem lado: o lado do povo! E já falou mais de uma vez: “Se a pessoa não quer ser pressionada, ou criticada, não dá pra ser presidente da República. Um presidente não pode mudar de posição de 5 em 5 minutos”.

Dilma alcança a maior intenção de voto em pesquisa espontânea desde julho

De acordo com a pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (11/09)(link is external), a presidenta Dilma Rousseff alcançou seu maior nível de intenção de voto em pesquisa espontânea desde quando passou a ser permitida a realização de propaganda eleitoral, no dia 6 de julho. Mantendo a liderança desde o início, Dilma saiu de 16% e alcançou 28% das intenções de voto neste tipo de pesquisa.

Diferente da pesquisa estimulada, que é quando o entrevistador apresenta uma lista com o nome de todos os candidatos e pede para que o entrevistado escolha um, a pesquisa espontânea, como o próprio nome já diz, acontece quando é pedido que o entrevistado diga espontaneamente o nome do candidato de sua preferência. Na estimulada, presidenta também tem forte liderança e se consolida com 36% das intenções de voto.

Na pesquisa espontânea, Marina Silva, aparece como segunda colocada, mas com uma evolução diferente. Amargando índices que variavam entre 0 e 3%, a candidata ampliou os números dois dias após a trágica morte do seu correligionário Eduardo Campos, quando apontou com 5%. Na segunda pesquisa, realizada cerca de 10 dias após o evento, Marina surpreendeu despontando com 22%. Vale dizer que, por outro lado, a morte de Eduardo não afetou a posição de Dilma nas pesquisas espontâneas.

Perfil do eleitor

Dilma Rousseff lidera a preferência em todas as faixas etárias acima de 35 anos. Entre as pessoas de 35 e 44 anos, 31% votam na candidata petista, assim como 30% entre 45 a 59 anos, e 32% entre pessoas com mais de 60. Marina aparece em segundo lugar com índices entre 20% e 22% nas mesmas faixas. Em relação à última pesquisa, Dilma cresceu ainda 3 pontos entre os jovens de 16 a 24 anos, passando de 29% para 32%.

Desde a última pesquisa, a presidenta apresentou crescimento de um ponto tanto na região metropolitana quanto no interior. Marina, no entanto, não só não cresceu no interior, como perdeu dois pontos nas regiões metropolitanas. Além disso, Dilma teve aumento expressivo nas intenções de voto dos estados do Norte, com 10 pontos a mais do que na pesquisa anterior, e cresceu outro ponto percentual no Sul do país.

Segundo Turno

Na hipótese de haver segundo turno nas eleições 2014, Dilma apresentou crescimento na preferência em todas as faixas de renda, entre 1 e 3 pontos percentuais; Marina caiu na mesma proporção em quase todas, com exceção da faixa que compreende pessoas com renda famíliar de 2 a 5 salários mínimos, na qual não caiu nem cresceu.

Dilma perdeu três pontos no Centro-Oeste, onde Marina ganhou cinco. Por outro lado, a candidata petista cresceu 2 pontos na região Nordeste, também 2 na região Sul e 2 no Sudeste, os mesmos locais onde Marina caiu. Na região Norte, acompanhando o movimento já apontado no primeiro turno, a petista também teve o aumento mais expressivo, chegando a 6 pontos percentuais.

Com Dilma, o sonho de hoje é a realidade de amanhã #JuventudeComDilma

Muito já mudou com a revolução pacífica dos últimos 12 anos: com Lula e Dilma, educação, moradia e saúde deixaram de ser privilégio de poucos para se tornarem direito de todos. E quem tem mais quer cada vez mais: ano passado, as ruas bradaram por mais participação e espaço para os jovens na política, por direito aos espaços públicos e mais oportunidades. Queremos tudo e queremos agora!

Dilma, que em sua juventude lutou pela democracia brasileira e para permitir aos jovens de hoje direitos e liberdade, ouviu: repetidas vezes, a nossa presidenta reiterou a importância de uma reforma política, de uma mudança no sistema para que todos se sintam representados. Foi ela que sancionou o Estatuto da Juventude, que garante diversos direitos à população entre 15 e 29 anos, com respeito a toda diversidade que essa faixa etária representa. A lei de cotas e programas como o PROUNI, o PRONATEC e o Ciência Sem Freonteiras permitem a milhares de jovens brasileiros o sonho do diploma, de uma especialização ou mesmo de um intercâmbio no exterior. Graças a Lula e Dilma, a periferia brasileira conquistou o mundo.

Precisamos de muito mais, não negamos. Mas também não há como negar que o caminho para um Brasil mais inclusivo e justo está sendo trilhado. sonhar, idealizar e guiar as mudanças; aos governantes, fazer. Por isso, os jovens do Brasil estão com Dilma: só quem já fez muito pode fazer ainda mais. Mais mudanças, mais futuro!