Dilma: “Nem na tortura eu desisti desse país, quanto mais na democracia!”

A presidenta tá muito diva hoje, viu? Depois de lacrar o evento com lideranças negras em Nova Lima pela manhã, Dilma participou de um evento com a juventude na Pampulha, em Belo Horizonte, junto com o candidato ao governo de Minas, Fernando Pimentel, e com candidato ao senado, Josué Alencar.

Pouco depois, no palco animado por Flávio Renegado, Dilma começou o discuso: “Sempre acreditamos no Brasdil, neste povo fantástico que somos, um país que tem diversas cores. Tem muita riqueza aqui dentro deste país, mas a riqueza maior são os 202 milhões de brasileiros. Foram esses 202 milhões que eu e Lula primeiro consideramos.”

Dilma afirmou que o que distingue um governo é o lado em que ele está. “Estivemos ao lado dos mais pobres deste país. E um governo que não olha pros mais jovens não olha o futuro de seu país”.

A seguir, a presidenta explicou sobre pré-sal e royalties do petróleo para educação e saúde, e concluiu: “Nenhum país é desenvolvido se suas crianças e jovens não têm educação de qualidade, e nunca teremos educação de qualidade sem valorizar professores”.

Dilma também falou do Pronatec, do acesso à universidade pública e privada e da importância da aprovação do Marco Civil da Internet.

Ao falar de participação popular, a presidenta explicou: “todos sabemos da importância da participação popular para garantir que as coisas mudem. não podemos esperar que a mudança comece por cima. Ela tem que ser combinada, por baixo e por cima. Só a participação do povo vai dar força pra essa ou pra aquela proposta passar e vencer!”. Ela lembrou que já enviou proposta de plebiscito  para o Congresso.

A presidenta falou também sobre combate à corrupção. Lembrou que não tem medo de investigações, quenos governos Lula e Dilma a investigação foi sempre incentivada – e não havia engavetador-geral da república para abafar caso nenhum. Concluiu lembrando que  “o maior padrinho da corrupção chama-se impunidade. Se houver impunidade, a corrupção se fortalece.”

Na melhor e mais inédita parte do discurso, Dilma falou que os direitos humanos são um valor: “Matar jovem negro é algo que nós não podemos permitir, porque sangra a sociedade brasileira. Temos que criminalizar a violência contra o jovem negro, contra a mulher e por orientação sexual“.

Dilma repetiu o que falou de manhã, no ato pela igualdade racial, e reafirmou ser contra os autos de resistência. Ela também lembrou que o Brasil é das poucas economias do mundo inteiro a manter os empregos de seus trabalhadores, enquanto as 20 economias mais ricas do mundo contam 100 milhões de desempregados (metade da população do Brasil).

Dilma concluiu com uma das várias frases fortes e impactantes ditas neste 13 de setembro: “Nem na tortura eu desisti desse país, quanto mais na democracia”.

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