Ciência sem Fronteiras: 60 mil já se inscreveram para o último edital do ano

Mais de 60 mil candidatos já se inscreveram para a última fase do programa Ciência sem Fronteiras(link is external)neste ano, que oferece 14,9 mil vagas – e o prazo de inscrição vai até o dia 29 de setembro. Há pouco, em entrevista coletiva no Palácio da Alvorada, a presidenta Dilma Rousseff anunciou uma novidade aos participantes: quem tiver se inscrito nesse edital, e não for selecionado para as 14,9 mil vagas, irá concorrer automaticamente ao próximo chamamento, que será do Ciência sem Fronteiras 2.

A seleção tem critérios transparentes. Os participantes devem ter obtido nota acima de 600 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter proficiência em uma língua, principalmente o inglês, e precisam ser aceitos pelas respectivas universidades. “Hoje, só passa no Ciência Sem Fronteira por mérito”, ressaltou Dilma, que lembrou que a segunda edição do programa  ofertará 100 mil vagas.

Entre os países que mais despertaram interesse de estudantes e pesquisadores estão Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, em cursos como ciências exatas e da terra, ciências médica e biomédica, fármacos, petróleo e gás, etc.

A presidenta ainda destacou as ferramentas que o governo lançou para ajudar na profiência da língua. Por exemplo, o My English Online(link is external), que já contou com 668 mil alunos cadastrados e o Inglês sem Fronteira(link is external)s, uma iniciativa do Ministério da Educação que tem como objetivo principal incentivar o aprendizado do idioma inglês. Além disso, foram aplicados 183 mil testes de proficiência (TOELF) e criados apoio presencial em inglês, francês e alemão em 43 instituições de ensino superior. Outra medida foi a bolsa de imersão, de 6 meses em inglês e 8 meses em alemão.

“A gente queria estreitar a diferença entre a formação do estudante no Brasil e a formação que é oferecida lá fora, tratando das principais universidade e dando prioridade só para cursos considerados de primeiro nível”, destacou Dilma.

Além da formação técnica, os alunos do Ciência sem Fronteiras ainda podem participar de estágios em empresas e instituições internacionais. “Teve estudante do Ciência sem Fronteiras que fez estágio na Nasa e várias outras empresas das respectivas áreas”, lembrou a presidenta. Ou seja, além do estudo, o governo objetiva que os brasileiros tenham conhecimento da prática profissional. O intercâmbio passa também na sala de aula no Brasil, pois o programa traz professores universitários e pesquisadores, reconhecidos internacionalmente, para as universidades brasileiras.

Ao todo, 86,1 mil bolsas foram concedidas desde o lançamento e a meta é chegar até o fim do ano com as 100 mil previstas no programa.

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